quinta-feira, 19 de agosto de 2010

...alguém se nega a assistir Sex and the City?

Seriado de mulherzinha? Talvez. Mas afirmar que é um seriado sem graça e sem conteúdo? "NOT". Faz em média cinco meses que comecei a assistir a primeira temporada. Confesso que não curti muito o início, mas no decorrer da história mudei totalmente minha opinião sobre a mesma. Uma série que retrata a vida amorosa e profissional de quatro amigas, cada uma com seu modo de encarar os problemas que lhes são direcionados.

Carrie Bradshaw (Sarah Jessica Parker) narradora da história, é escritora da coluna O Sexo e a Cidade do jornal The New York Star. Sinceramente não simpatizei muito com ela, pois achei os traços e trejeitos da personagem forçados demais (não era natural). Um desses traços é o modo como ela caminha, desculpe, "desfila" pelas ruas de New York. Nada legal, do meu ponto de vista.

Miranda Hobbes (Cynthia Nixon) melhor amiga de Carrie, é uma advogada bem-sucedida que valoriza demais o seu trabalho. Mega orgulhosa perante seu romance com Steve (homem que no decorrer da série consegue fazer Miranda passar a ver a vida de outro ângulo). Vive aos trancos com a empregada Magda que adora se meter em sua vida. Para mim, a cena mais hilária de Miranda é quando ela está no íntimo de seu quarto, abre a gaveta (afim de utilizar seu instrumento de prazer individual) e se depara com a imagem de Nossa Senhora que Magda colocou no lugar do consolo.

Charlotte York (Kristin Davis) comerciante de artes, é a típica mulher que sonha em casar, ter filhos e formar família. Às vezes satura um pouco com sua mania conservadora e tradicionalista, mas consegue mostrar que é sempre bom ter esperança e acreditar que tudo pode dar certo no final. Abre mão de seu trabalho quando encontra o seu "príncipe quase-encantado". Coitadinha!

Samantha Jones (Kim Cattrall) do meu ponto de vista, a melhor de todas (hehehe)! Mais velha e mais surtada das quatro. Faz de tudo para esconder os traços naturais que a vida nos concede com a idade e mesmo assim, sempre arranja tempo e local para um sexo casual com uma pessoa que conheceu na noite (coisa que eu não faço, por mais que pareça). Ri litros na cena em que ela vai trocar o seu suposto vibrador e descobre (da maneira mais constrangedora possível) que na verdade o instrumento que tanto lhe deu prazer nada mais é que um simples Massageador de Pescoço. Hahahahaha!

A história me envolveu de forma tamanha, que ainda não caiu a ficha de que acabou. Na primeira semana de Agosto assisti ao episódio "Uma Americana em Paris Parte II" e não tenho vergonha de dizer que me emocionei inúmeras vezes nos 45 minutos desse último episódio. Minha mãe, que assistiu os três últimos episódios comigo, lamentou não ter acompanhado a série inteira e me fez prometer que futuramente assistirei tudo novamente na companhia dela.

O que me resta agora é assistir aos filmes. Como de praxe, já comentaram que o primeiro é muito bom, mas que o segundo parece fugir um pouco do que foi abordado na série. Mas "c'est la vie", afinal nem tudo na vida é perfeito.



Um comentário:

João Francisco Viégas disse...

Olha eu aqui invadindo teu infinito particular!
Um pouco atrasado, mas seja bem vindo a blogosfera!

Meu irmão me apresentou a série, ñ vi toda, mas gostei muito. Impossivel ñ se identificar com algumas coisas!!
Comentei o filme no blog: http://eopedefeijao.blogspot.com/2010/06/sex-and-city-2.html

PARABÉNS PELO BLOG! TA BEM BONITO!!

BJS