sexta-feira, 6 de agosto de 2010

...até nos momentos íntimos temos que ligar a tecla "MUTE"?


Como diz uma amiga minha que no momento está morando no Espírito Santo: "Eu grito demais, pareço uma louca. E isso, dá mais tesão ainda para o parceiro. Adoro!". Qual o limite de decibéis em uma transa? Será que temos que manter a postura até nesses momentos? Ou é aí que devemos libertar nossas fantasias ocultas? Ah pois é! Fazer o que?

Conheço pessoas que se sentem mais a vontade e, acham muitas vezes engraçado, ver a cara dos vizinhos observando-os nas reuniões de condomínio ou mesmo, os cochichos que rolam quando saem de casa e as pessoas os cumprimentam com aquele riso cínico. Já outras, como eu em alguns momentos, preferem ligar a televisão para ter um pouco de privacidade. Mas tenham cuidado para que o canal escolhido não tire a atenção do parceiro. Por incrível que pareça, já me contaram uma dessas (rsrsrs).

Às vezes é bom maneirar na trilha sonora também. Esses dias um amigo me contou que não utiliza mais rádio, pois no meio do ato, a namorada em um momento de ecstasy começou a cantarolar Poker Face. Um tanto quanto brochante, não?! Assim "não há tesão que resista!" Mas em meio a tudo isso, sou da seguinte opinião: "Se lhe proporciona prazer, por que não?"

Mas o caso mais engraçado que já ouvi, colocarei em forma de diálogo, pois o mesmo é totalmente hilário e sem comentários. Hahahahaha! Talvez por aqui não tenha tanta graça, mas ouvir os dois narrando a história é ótimo.

- Ah! Ah! Ah!
- Fica quieta.
- ah! ah! ah!
- Pára! O pessoal lá embaixo vai ouvir se tu continuar gemendo desse jeito.
- uh! uh! uh!
- Pitcho!
- Ahh! Fica quieto e ME DEIXA GEMER!!!!!

Mórbido silêncio...
Só se ouvia o eco ressoando por todo bairro Petrópolis.


Um comentário:

D'Menor disse...

Historias de uma bairro chamado Petropolis....cada uma...deusolivre!