terça-feira, 3 de agosto de 2010

...existem pessoas que não acreditam em amizades verdadeiras?

O que leva uma pessoa a dedicar-se tanto à uma amizade? Uma simples combinação de signos? Um olhar que lhe diz tudo na primeira vez? Ou uma conversa sobre coisas sem noção que faz todo mundo rir por qualquer coisa? Ah, pois é! Não tenho uma resposta de peso para essa incógnita, mas gostaria muito de entender a base desse sentimento. Onde isso pode dar? Não sei. Apenas tenho certeza que amo muito meus amigos, cada um de uma forma diferente, mas com a mesma intensidade. Minha mãe seguidamente me pergunta o que tem de tão interessante em nossos encontros, tentando entender o que me faz passar um final de semana inteiro longe de casa. O que eu respondo?

São esses amigos que me fazem “bater ponto” na Rua da República todo domingo à tarde, proporcionando alegria com apenas um sorriso, aquecendo com um simples abraço ao nos reencontrarmos, brincando com a vida alheia (incluindo as nossas vidas) e, é claro, nossos papos envolvendo sexo, quais não conseguimos ficar mais de cinco minutos sem tocar no assunto e rir muito das aventuras e gafes que cada um passa em seus momentos íntimos. Meus amigos para mim são mais que minha família. Serão eles que me apoiarão quando eu tender a cair. Eles que estarão sempre ao meu lado quando eu precisar (tais atitudes sei que nenhum outro familiar, além de minha mãe e minha irmã, terão por mim).

Alguns me chamam de bobo, palhaço e as vezes até de trouxa por me preocupar tanto com minhas amizades, por dar mais atenção à elas do que a mim mesmo em alguns momentos, mas eu relevo esse tipo de comentário e sigo em frente, pois amigo é para essas coisas. Claro, não posso esperar de todos os amigos o retorno do que dou para eles, pois sei que amigos verdadeiros são pouquíssimos. E falo de boca cheia que amigos como os que eu tenho, é muito difícil encontrar em qualquer lugar.

Espero ainda ter muitos e muitos encontros com esse povo, não só no bar, mas em qualquer outro local. Afinal, quando estamos juntos não tem tempo nem festa ruim. Já passamos por tantas.. hehehe! Por exemplo: mês passado fomos à uma MegaDanceteria aqui de Porto Alegre. A festa não estava lá aquelas coisas. O que salvou a noite foi a música (que é sempre muito boa) e a parceria dos amigos. Para vocês terem uma vaga ideia, nossa indignação era tanta, que sentamos em frente a chapelaria e começamos a analisar mais atenciosamente as pessoas do local e decidimos bater palma para quem passasse. É uma coisa ridícula de se fazer, parecíamos bêbados, rindo da situação qual nos encontrávamos, mas sério, isso ajudou muito.

Finalizo esse post com uma citação que usei no último dia 20 de Julho (Dia do Amigo - quem não tem costume de comemorar agora já sabe):

“Para conhecermos os amigos é necessário passar pelo sucesso e pela desgraça. No sucesso, verificamos a quantidade e, na desgraça, a qualidade.”


2 comentários:

D'Menor disse...

"somos amigos, amigos dos peitos, amigos de voces"

\o/

AMO MUITO TUDO ISSO!

Rosa, M. disse...

Emocionante! Vc realmente é especial! Bjo no heart!